ABOUT


 A BRIEF BIOGRAPHY                          


Desde 2011 que colaboro como intérprete com artistas em vários contextos e abordagens: dança, vídeo, performance arte, fotografia. Estas experiências levaram-me, em 2015, a começar a desenvolver projetos como autor. Penso que a ferramenta mais presente nos meus projetos é a dança, pela minha formação e intuição, no entanto não me olho como coreógrafo, pois esta designação tornaria limitadora a minha liberdade de criação, de mutação, de direção. Interessam-me as relações humanas, a solidão, o caminho, a sociedade como motor de busca de perguntas e inquietações, a arte como mudança e reflexão do que é ser hoje, estar aqui e agora, carregado do que já fui e, consequentemente, projetando o amanhã. E tudo isto rodeado de incertezas, loucuras, fetiches, desejos e questões às quais não consigo responder. 

Bruno Senune nasce no ano de 1992, é natural de Aveiro e atualmente vive no Porto. Inicia os seus estudo em dança no Balleteatro Escola Profissional (2008-2011). Colaborou como intérprete com vários artistas entre eles Tânia Carvalho, Né Barros, Flávio Rodrigues, Joana von Mayer Trindade, Hugo Calhim Cristovão, Carlota Lagido, Joclécio Azevedo, André Braga & Cláudia Figueiredo (Circolando), Mariana Tengner Barros, Victor Hugo Pontes, Margarida Paiva, Miguel Bonneville. Em 2020 integra como performer na reativação das Instruction Pieces de Yoko Ono inserido na exposição Yoko Ono: The Learning Garden of Freedom, em Serralves. Desde 2015 que cria os seus projetos autorais: Lonely (2015) em colaboração com Flávio Rodrigues; Malheureux que je Suis (instalação vídeo - 2016); os solos Kid As King, em 2016, A Deriva dos Olhos, em 2017 (respectivamente apoio à criação  e internacionalização pela Fundação Calouste Gulbenkian), prenúncio de uma profunda melancolia (2019) - espaço público. É modelo em aulas de figura humana (2010-2020). Desde 2020 que desenvolve interesse e práticas relacionadas com a agricultura.


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Since 2011 that I collaborate as a performer with artists in various contexts and approaches: dance, video, performance art, photography. These experiences led me, in 2015, to start developing projects as an author. I think that the most present tool in my projects is dance, through my education and intuition, however I do not look at myself as a choreographer, because this designation would limit my freedom of creation, of mutation, of direction. I am interested in human relations, the loneliness, the path, the society as a search engine for questions and concerns, the art as a change and reflection of what it is to be today, to be here and now, loaded with what has already been and projecting tomorrow consequently. And all of this surrounded by uncertainties, follies, fetishes, desires and questions to which I can not respond.

Bruno Senune (1992) was born in Aveiro, he currently lives in Porto. He accomplished the course of contemporary dance performer at Balleteatro Escola Profissional (2008-2011). He collaborated as a performer with several artists such as Tânia Carvalho, Né Barros, Flávio Rodrigues, Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão, Carlota Lagido, Joclécio Azevedo, André Braga & Cláudia Figueiredo (Circolando), Mariana Tengner Barros, Victor Hugo Pontes, Margarida Paiva, Miguel Bonneville. In 2020 he joined as a performer in the reactivation of Instruction Pieces by Yoko Ono, inserted in the exhibition Yoko Ono: The Learning Garden of Freedom, in Serralves. Since 2015 that he creates his own projects as an author: Lonely (2015) in collaboration with Flávio Rodrigues, Malheureux que je Suis (video installation - 2016); the solos Kid As King, in 2016, A Deriva dos Olhos, in 2017 (support to creation and internationalisation by Calouste Gulbenkian Foundation, respectively), prenúncio de uma profunda melancolia (2019) - public space. He is a model in human figure lessons (2010-2020). Since 2020 he has developed interest and practices related do agriculture.